Ahh, o amor...amor é bicho arredio, ele
quer fugir por ai andando entre os carros que passam e esbarrando em pedestres
que andam pela cidade. O amor não foi feito para ser domesticado, engaiolado,
guardado ou qualquer coisa assim. Se for amor mesmo, ele foge pelas janelas, anda
pelos cantos, aparece no sorriso e nos olhos.
O amor não é um livro de auto-ajuda, não se
deve apenas sustentar um relacionamento ou uma vida a base dele. O amor não é
pai, nem mãe. O amor é quando seu amigo cai na sua frente, você dá risada até
pelos ouvido e depois pergunta se ele está bem, faz curativo e assopra para
passar, sabe?. Amor é saber aceitar sua amiga que erra de volta. Amor se divide
a cama, o sorvete, a coxinha, a culpa e a pipoca.
Ele pode escapar pelos dedos como quando você
brinca de pegar areia com as mãos. Quando você quer controlá-lo ele
simplesmente pode sumir. O amor se esconde por de trás de um rosto cansado, numa fila
do banco ou no banco de algum ônibus voltando pra casa. Volte pra casa, também.
Arrume a cama, o cabelo, o emprego, os estudos e depois – se der tempo entre um
seriado ou outro – arrume um amor.
O amor é verdade, pura e simples, das mais doces as amargas, das que a gente espera e daquelas que adia. É sentir aquele frio na barriga, aquele que pega na espinha, depois de um emblemático “precisamos conversar” ou o esperado, “ to ai indo de ver” . O amor não transforma duas pessoas em uma. Amor é soma. E, nunca, o contrário. O amor de um par é a terceira pessoa desta relação. O amor é leve. O desamor que pesa, machuca e maltrata.
E lembrando, o amor foi feito como uma troca justa e verídica. Não dá para amar pelo outro. Nem querer que alguém alimente o nosso amor próprio. Porque até na frase: “Eu te amo”, o “eu” vem em primeiro lugar.
O amor é verdade, pura e simples, das mais doces as amargas, das que a gente espera e daquelas que adia. É sentir aquele frio na barriga, aquele que pega na espinha, depois de um emblemático “precisamos conversar” ou o esperado, “ to ai indo de ver” . O amor não transforma duas pessoas em uma. Amor é soma. E, nunca, o contrário. O amor de um par é a terceira pessoa desta relação. O amor é leve. O desamor que pesa, machuca e maltrata.
E lembrando, o amor foi feito como uma troca justa e verídica. Não dá para amar pelo outro. Nem querer que alguém alimente o nosso amor próprio. Porque até na frase: “Eu te amo”, o “eu” vem em primeiro lugar.

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