Pelo que eu ando vendo e vivendo, talvez o amor não tenha que acontecer dessa maneira perfeita que eles falam, que as pessoas me contam, que aparecem nos filmes. Talvez o amor não tenha que chegar naquele momento que você precise, talvez ele não carregue as flores que você tanto espera. As vezes ele precisa ser meio torto e mal feito mesmo e só se acertar no meio do caminho. Talvez ele não venha da onde você menos espera, ele pode ser premeditado pelo destino. Ele pode surgir daquele que você sempre sonhou.
Mesmo desgastado de não ser amor, ele ainda pode ser. Mesmo depois de tantos talvez, ele ainda pode ser. Mesmo depois de insistir em não ser, ele se torna. O que importa é que depois de tudo isso, ele seja tranquilo. O amor não tem culpa de não ter vindo com flores. Se tiver espinhos, que machuque antes e não depois.
Não é que desejo que o caminho seja difícil só para dar mais emoção. Não é isso. Mas que aceitemos ele do jeito que ele é. O mesmo amor não acontece mais de uma vez. O mesmo sentimento não cruza o mesmo caminho, na mesma intensidade e velocidade. Então se é único, por que não curtir cada pedaço do encontro ou do reencontro, mesmo sendo torto, mesmo tendo nascido estragado e mesmo que lá na frente dê errado, ou certo? Quem vai nos afirmar isso?
Pode ser que tudo isso que escrevi não tenha sentindo algum. Já sei de cor que amor não se explica, não se entende, apenas se sente e depois se conta.
Talvez seja um desabafo, um grito de uma ultima ponta de esperança, talvez minha, talvez sua, talvez nossa.
Mesmo desgastado de não ser amor, ele ainda pode ser. Mesmo depois de tantos talvez, ele ainda pode ser. Mesmo depois de insistir em não ser, ele se torna. O que importa é que depois de tudo isso, ele seja tranquilo. O amor não tem culpa de não ter vindo com flores. Se tiver espinhos, que machuque antes e não depois.
Não é que desejo que o caminho seja difícil só para dar mais emoção. Não é isso. Mas que aceitemos ele do jeito que ele é. O mesmo amor não acontece mais de uma vez. O mesmo sentimento não cruza o mesmo caminho, na mesma intensidade e velocidade. Então se é único, por que não curtir cada pedaço do encontro ou do reencontro, mesmo sendo torto, mesmo tendo nascido estragado e mesmo que lá na frente dê errado, ou certo? Quem vai nos afirmar isso?
Pode ser que tudo isso que escrevi não tenha sentindo algum. Já sei de cor que amor não se explica, não se entende, apenas se sente e depois se conta.
Talvez seja um desabafo, um grito de uma ultima ponta de esperança, talvez minha, talvez sua, talvez nossa.

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